terça-feira, 6 de novembro de 2012

A Árvore de Natal na Casa de Cristo


(Meu scrap pra você!)


Havia num porão uma criança, um garotinho de seis anos de idade, ou menos ainda. Esse garotinho despertou certa manhã no porão úmido e frio. Tiritava, envolto nos seus pobres andrajos. Seu hálito formava, ao se exalar, uma espécie de vapor branco, e ele, sentado num canto em cima de um baú, por desfastio, ocupava-se em soprar esse vapor da boca, pelo prazer de vê-lo se esvolar. Mas bem que gostaria de comer alguma coisa. Diversas vezes, durante a manhã, tinha se aproximado do catre, onde num colchão de palha, chato como um pastelão, com um saco sob a cabeça à guisa de almofada, jazia a mãe enferma. Como se encontrava ela nesse lugar? Provavelmente tinha vindo de outra cidade e subitamente caíra doente. A patroa que alugava o porão tinha sido presa na antevéspera pela polícia; os locatários tinham se dispersado para se aproveitarem também da festa, e o único tapeceiro que tinha ficado cozinhava a bebedeira há dois dias: esse nem mesmo tinha esperado pela festa. No outro canto do quarto gemia uma velha octogenária, reumática, que outrora tinha sido babá e que morria agora sozinha, soltando suspiros, queixas e imprecações contra o garoto, de maneira que ele tinha medo de se aproximar da velha. No corredor ele tinha encontrado alguma coisa para beber, mas nem a menor migalha para comer, e mais de dez vezes tinha ido para junto da mãe para despertá-la. Por fim, a obscuridade lhe causou uma espécie de angústia: há muito tempo tinha caído a noite e ninguém acendia o fogo. Tendo apalpado o rosto de sua mãe, admirou-se muito: ela não se mexia mais e estava tão fria como as paredes. "Faz muito frio aqui", refletia ele, com a mão pousada inconscientemente no ombro da morta; depois, ao cabo de um instante, soprou os dedos para esquentá-los, pegou o seu gorrinho abandonado no leito e, sem fazer ruído, saiu do cômodo, tateando. Por sua vontade, teria saído mais cedo, se não tivesse medo de encontrar, no alto da escada, um canzarrão que latira o dia todo, nas soleiras das casas vizinhas. Mas o cão não se encontrava ali, e o menino já ganhava a rua.

     Senhor! que grande cidade! Nunca tinha visto nada parecido, De lá, de onde vinha, era tão negra a noite! Uma única lanterna para iluminar toda a rua. As casinhas de madeira são baixas e fechadas por trás dos postigos; desde o cair da noite, não se encontra mais ninguém fora, toda gente permanece bem enfunada em casa, e só os cães, às centenas e aos milhares,uivam, latem, durante a noite. Mas, em compensação, lá era tão quente; davam-lhe de comer... ao passo que ali... Meu Deus! se ele ao menos tivesse alguma coisa para comer! E que desordem, que grande algazarra ali, que claridade, quanta gente, cavalos, carruagens... e o frio, ah! este frio! O nevoeiro gela em filamentos nas ventas dos cavalos que galopam; através da neve friável o ferro dos cascos tine contra a calçada;toda gente se apressa e se acotovela, e, meu Deus! como gostaria de comer qualquer coisa, e como de repente seus dedinhos lhe doem! Um agente de policia passa ao lado da criança e se volta, para fingir que não vê.
     Eis uma rua ainda: como é larga! Esmagá-lo-ão ali, seguramente; como todo mundo grita, vai, vem e corre, e como está claro, como é claro! Que é aquilo ali? Ah! uma grande vidraça, e atrás dessa vidraça um quarto, com uma árvore que sobe até o teto; é um pinheiro, uma árvore de Natal onde há muitas luzes, muitos objetos pequenos, frutas douradas, e em torno bonecas e cavalinhos. No quarto há crianças que correm; estão bem vestidas e muito limpas, riem e brincam, comem e bebem alguma coisa.   Eis ali uma menina que se pôs a dançar com um rapazinho. Que bonita menina! Ouve-se música através da vidraça. A criança olha, surpresa; logo sorri, enquanto os dedos dos seus pobres pezinhos doem e os das mãos se tornaram tão roxos, que não podem se dobrar nem mesmo se mover. De repente o menino se lembrou de que seus dedos doem muito; põe-se a chorar, corre para mais longe, e eis que, através de uma vidraça, avista ainda um quarto, e neste outra árvore, mas sobre as mesas há bolos de todas as qualidades, bolos de amêndoa, vermelhos, amarelos, e eis sentadas quatro formosas damas que distribuem bolos a todos os que se apresentem. A cada instante, a porta se abre para um senhor que entra. Na ponta dos pés, o menino se aproximou, abriu a porta e bruscamente entrou. Hu! com que gritos e gestos o repeliram! Uma senhora se aproximou logo, meteu-lhe furtivamente uma moeda na mão, abrindo-lhe ela mesma a porta da rua. Como ele teve medo! Mas a moeda rolou pelos degraus com um tilintar sonoro: ele não tinha podido fechar os dedinhos para segurá-la. O menino apertou o passo para ir mais longe - nem ele mesmo sabe aonde. Tem vontade de chorar; mas dessa vez tem medo e corre. Corre soprando os dedos. Uma angústia o domina, por se sentir tão só e abandonado, quando, de repente: Senhor! Que poderá ser ainda? Uma multidão que se detém, que olha com curiosidade. Em uma janela, através da vidraça, há três grandes bonecos vestidos com roupas vermelhas e verdes e que parecem vivos! Um velho sentado parece tocar violino, dois outros estão em pé junto de e tocam violinos menores, e todos maneiam em cadência as delicadas cabeças, olham uns para os outros, enquanto seus lábios se mexem; falam, devem falar - de verdade - e, se não se ouve nada, é por causa da vidraça. O menino julgou, a princípio, que eram pessoas vivas, e, quando finalmente compreendeu que eram bonecos, pôs-se de súbito a rir. Nunca tinha visto bonecos assim, nem mesmo suspeitava que existissem! Certamente, desejaria chorar, mas era tão cômico, tão engraçado ver esses bonecos! De repente pareceu-lhe que alguém o puxava por trás. Um moleque grande, malvado, que estava ao lado dele, deu-lhe de repente um tapa na cabeça, derrubou o seu gorrinho e passou-lhe uma rasteira. O menino rolou pelo chão, algumas pessoas se puseram a gritar: aterrorizado, ele se levantou para fugir depressa e correu com quantas pernas tinha, sem saber para onde. Atravessou o portão de uma cocheira, penetrou num pátio e sentou-se atrás de um monte de lenha. "Aqui, pelo menos", refletiu ele, "não me acharão: está muito escuro."
     Sentou-se e encolheu-se, sem poder retomar fôlego, de tanto medo, e bruscamente, pois foi muito rápido, sentiu um grande bem-estar, as mãos e os pés tinham deixado de doer, e sentia calor, muito calor, como ao pé de uma estufa. Subitamente se mexeu: um pouco mais e ia dormir! Como seria bom dormir nesse lugar! "mais um instante e irei ver outra vez os bonecos", pensou o menino, que sorriu à sua lembrança: "Podia jurar que eram vivos!"... E de repente pareceu-lhe que sua mãe lhe cantava uma canção. "Mamãe, vou dormir; ah! como é bom dormir aqui!"
     - Venha comigo, vamos ver a árvore de Natal, meu menino - murmurou repentinamente uma voz cheia de doçura.
     Ele ainda pensava que era a mãe, mas não, não era ela. Quem então acabava de chamá-lo? Não vê quem, mas alguém está inclinado sobre ele e o abraça no escuro, estende-lhe os braços e... logo... Que claridade! A maravilhosa árvore de Natal! E agora não é um pinheiro, nunca tinha visto árvores semelhantes! Onde se encontra então nesse momento? Tudo brilha, tudo resplandece, e em torno, por toda parte, bonecos - mas não, são meninos e meninas, só que muito luminosos! Todos o cercam, como nas brincadeiras de roda, abraçam-no em seu vôo, tomam-no, levam-no com eles, e ele mesmo voa e vê: distingue sua mãe e lhe sorrir com ar feliz.
- Mamãe! mamãe! Como é bom aqui, mamãe! - exclama a criança. De novo abraça seus companheiros, e gostaria de lhes contar bem depressa a história dos bonecos da vidraça... - Quem são vocês então, meninos? E vocês, meninas, quem são? - pergunta ele, sorrindo-lhes e mandando-lhes beijos.
- Isto... é a árvore de Natal de Cristo - respondem-lhe. - Todos os anos, neste dia, há, na casa de Cristo, uma árvore de Natal, para os meninos que não tiveram sua árvore na terra...
     E soube assim que todos aqueles meninos e meninas tinham sido outrora crianças como ele, mas alguns tinham morrido, gelados nos cestos, onde tinham sido abandonados nos degraus das escadas dos palácios de Petersburgo; outros tinham morrido junto às amas, em algum dispensário finlandês; uns sobre o seio exaurido de suas mães, no tempo em que grassava, cruel, a fome de Samara; outros, ainda, sufocados pelo ar mefítico de um vagão de terceira classe. Mas todos estão ali nesse momento, todos são agora como anjos, todos juntos a Cristo, e Ele, no meio das crianças, estende as mãos para abençoá-las e às pobres mães... E as mães dessas crianças estão ali, todas, num lugar separado, e choram; cada uma reconhece seu filhinho ou filhinha que acorrem voando para elas, abraçam-nas, e com suas mãozinhas enxugam-lhes as lágrimas, recomendando-lhes que não chorem mais, que eles estão muito bem ali...
     E nesse lugar, pela manhã, os porteiros descobriram o cadaverzinho de uma criança gelada junto de um monte de lenha. Procurou-se a mãe... Estava morta um pouco adiante; os dois se encontraram no céu, junto ao bom Deus.  (Dostoiévsky)





sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Está chegando a Grande Festa!!!





Amados,

Daqui em diante, as pérolas do Botões estarão em conta-gotas...


* Deixarei aqui para quem ainda não conhece, os links de minha série de Natal para facilitar a leitura

* Dicas de filmes & outros

* Dicas de sites, como o Prendas Natal.net,  que sempre consulto nessa época do ano e é o meu preferido, com sugestões que amo e compartilho:  http://www.prendasnatal.net/

*Um -  ou outro-  Conto de Natal de autores portugueses e brasileiros contemporâneos, porque A Christmas Carol (Conto de Natal) de Charles Dickens, todos nós já sabemos de cor sobre a luta do Sr. Scrooge com seus fantasmas! (Já filmado, com o nome de Os Fantasmas de Scrooge, não é assim?).

* Se encontrar nos documentos de que fiz backups, um miniconto de minha autoria também, O Natal verdadeiro do Cristão.

* Dentro do possível, estarei confeccionando meus Cartões Personalizados (scraps) para atender encomendas feitas e as que ainda estão por vir, principalmente com a febre da rede social, as capas para as páginas do Facebook.

* E cumprirei a promessa de voltar a visitar meus amigos que pela exigência do curso que estou fazendo, deixei de visitar com a frequência de antes. (Amo demais essa interação com todos vocês, e vocês sabem disso, afinal, não não foram apenas três dias de convivência, são três longos e agradáveis anos de amor, lágrimas, lutas, saudades, desabafos, conforto, ombro amigo, afinidades!Acho que não exagerei não, né?rs)

*E algo mais...se o tempo for bonzinho comigo!rs

Enfim, meus queridos,  a razão é que estou realizando exames pré-cirúrgicos, e se tudo correr bem, vou fazer uma cirurgia há muito adiada, agora em novembro (e sessenta dias - no mínimo - de repouso!). 
Continuo estudando, e só estou aguardando confirmação também pra adiar minhas seis provas presenciais marcadas para 8 de dezembro.

Conto com suas orações.
Beijos a todos, com profunda gratidão!

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Fragmentos de meu Curso




Discorra sobre a problemática da definição da identidade na adolescência. Por que há tantos questionamentos e indefinições? Por que os jovens geralmente preferem a convivência em grupos que em família?


Minha opinião


Problemática da definição da identidade na adolescência


Questionamentos. Indefinições. Preferências de relacionamento. Assim é a adolescência - é o período da vida do ser humano em que, devido a várias mudanças homonais, ocorrem as transformações mais aparentes em seu corpo. É a fase onde ele toma consciência de seu novo espaço no mundo e essa nova entrada no mundo produz confusão de conceitos e perda de referências.Por essa razão, essa etapa da vida gera uma crise com muitos sofrimentos e conflitos para ele.É uma etapa permeada de situações angustiantes, dúvidas, inseguranças e incertezas quanto ao 'amanhã'. Diante dessa realidade, e por esse motivo, os adultos possuem um papel fundamental em seu desenvolvimento (que para ser assegurado de forma saudável, estimulante, protegida), deverão asssumir uma perspectiva pedagógica de diálogo, respeito e referência para a construção de limites e de cuidados para com ele: nem autoritarismo (que reprime a construção da autonomia), nem a ausência da orientação. Segundo Sérgio Ozella, PUCSP, para relatório da UNICEF 2011, "os adolescentes esperam dos adultos (justamente) esse papel de guiar e conversar."
Grupo Familiar X Grupo de Amigos
É natural que os adolescentes prefiram seus grupos de amigos a seus familiares, porque eles possuem os mesmos interesses,  e têm gostos e desejos afins; portanto, eles se identificam com facilidade com esses grupos. Essa identificação é mais 'amigável' e menos conflitante, porque não há cobranças por parte de amigos - eles se aceitam (ou não), eles se amam (ou não) e essa seleção também é natural. E, a família, por sua vez representa a contramão de seus mais emergentes interesses, tudo aquilo que eles esperam, desejam, anseiam. Pelo excesso de cuidado e zelo, e a falta total de escuta, pais de adolescentes costumam cobrar mais do que deveriam, corrigem mais do que necessário e ainda apontam-lhes caminhos que eles, definitivamente, não querem seguir! A família, infelizmente, nessa etapa da vida do adolescente, não vai de encontro a seus interesses sociais, e por isso ele se afasta desse núcleo (pais e irmãos mais velhos), por representarem para ele uma ameaça à sua liberdade, que é tolhida com atitudes totalmente autoritárias.
Há um detalhe curioso e importante no Relatório O Direito de Ser Adolescente - Situação da Adolescência Brasileira 2011, através da representante do UNICEF no Brasil, Marie-Pierre Poirrier, em que ela declara: "nascer branco, ou negro, ou indígena, viver no Semiárido, na Amazônia ou numa comunidade popular nos grandes centros urbanos, ser menino ou menina, ter deficiência ainda determinam de forma cruel as possibilidades que os adolescentes têm de exercer seus direitos à saúde, à educação, (...). Tais vulnerabilidades e desigualdades precisam ser enfrentadas e superadas." Aqui, abro um parênteses, para um alerta aos testemunhos dos adolescentes das diversas classes (e grupos) sociais, entrevistados para esse relatório, onde vemos muito clara e nítida a situação de sofrimento que essas desigualdades provocam em suas vidas de adolescentes. Marie-Pierre ainda acrescenta: "Os adolescentes não são um grupo em si. Não são crianças grandes nem futuros adultos." Com essa afirmação, creio que estariam explicados a nebulosidade e o sofrimento que caracterizam a fase mais difícil (e cheia de incertezas!) da vida do ser humano. 
Fonte: Relatório UNICEF 2011 - 

Resposta da Tutora Mestra SAMIRA BISSOLI SALEME: 

Oi, Graça
Riquíssimo seu trabalho! Muito pertinentes suas colocações. O termo que trouxe à discussão (vulnerabilidade) está sempre muito relacionado à questão da resiliência, e é um tema interessantíssimo de se abordar!
Desejo um excelente curso a você, e sucesso em sua carreira.  A Educação é um desafio diário, que pode se transformar em fonte de grandes realizações!
Um abraço,
Samira.



quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Série - Bibliotecas XIV


Combate ao analfabetismo ganha biblioteca sustentável


Gente, mais uma biblioteca que me fez sonhar com uma, aqui no Brasil!!!


Veja isso:
Com o objetivo de combater o analfabetismo na cidade de Spijkenisse, na Holanda, uma biblioteca sustentável foi inaugurada com mais de 15 mil livros em seu acervo. O complexo pretende aplicar políticas sustentáveis e promover eventos de conscientização ambiental.
Não é uma riqueza?

A chamada “montanha de livros”(BookMountain), é uma pirâmide de vidro onde ficam todos os livros dessa incrível bibilioteca. Ela é contornada por uma estante de 480 metros de comprimento feita com vasos holandeses reciclados.  Com material à prova de fogo, as estantes acompanham os visitantes por todo o edifício. 
Meu Deus, como é linda e eficiente!...


A Biblioteca conta com um agradável Café no topo da pirâmide com vista panorâmica da região. As placas de vidro transparentes da estante permitem que as pessoas vejam todos os livros disponíveis, servindo para estimular a leitura, já que 10% da população ainda é analfabeta.
Lembrando...toda sua estrutura foi produzida com vasos holandeses reciclados!!
Não é demais?

Não é só isso! O local conta com ventilação natural e não possui ar condicionado, para reduzir a emissão de carbono. Sem falar que ainda serve como um centro de educação ambiental, possui áreas de convivência, auditórios comerciais e um mercado.
Queremos uma dessa aqui!

Beijkas, amores!






sábado, 27 de outubro de 2012

Série - Cartas de Amor de notáveis II



Cartas de amor são escritas


Não para dar notícias

Não para contar nada

Mas para que mãos separadas

Se toquem ao tocarem a mesma

Folha de papel

(Rubem Alves)




Para Sempre – 50 Cartas de Amor de Todos os Tempos, organizado por Emerson Tin, traz cartas de 24 notáveis, entre eles: Voltaire; Beethoven; D. Pedro I; Victor Hugo; Chopin; Gonçalves Dias; Machado de Assis; Eça de Queirós; Rui Barbosa; Franz Kafka; Gibran Khalil Gibran; Augusto dos Anjos e Fernando Pessoa. Certas cartas foram guardadas por toda a vida, e as que estão no livro são belíssimas!



Autor: Doyle, Ursula
Editora: Best Seller Ltda




Inspirado no livro que a personagem Carrie Bradshaw lê no filme Sex and the City, Cartas de amor de homens notáveis reúne algumas das correspondências mais românticas da história, encontradas em meio a documentos pessoais de ícones como Beethoven, Victor Hugo, Honoré de Balzac e Charles Darwin. Por meio dessas cartas, o leitor poderá satisfazer sua curiosidade sobre os casos amorosos e a vida particular de figuras históricas importantes e conhecer todas as nuances da paixão, desde a refinada eloquência de Oscar Wilde, passando pela singela devoção de Mozart até o ciúme que Napoleão sentia de sua primeira esposa, Josefina. Amor, esperança e desejo estão representados neste livro, assim como o prazer de receber ou enviar uma mensagem à pessoa amada.



Ícones como Ana Bolena, Catarina de Aragão e rainha Vitória, além das escritoras Katherine Mansfield e Emily Dickinson, entre outras. Um livro cheio de amor, esperança e desejo, assim como o prazer de receber ou enviar uma mensagem à pessoa amada.


Leia mais, aqui aqui.


Ótima leitura!