domingo, 19 de agosto de 2012

Continuo estudando...


(Alice in Wonderland)


Alves (1983), referindo-se aos currículos, faz a seguinte afirmação:

“... gostaria (...) que os (...) currículos fossem parecidos com a ‘banda’, que faz todo
mundo marchar, sem mandar, simplesmente para falar as coisas do amor (...) que
ensinassem Física com as estrelas, pipas, os piões e as bolinhas de gude, a Química
com a culinária, a Biologia com as hortas e os aquários, política com o jogo de xadrez,
que houvesse a História cômica dos heróis, as crônicas dos erros dos cientistas, e que
o prazer e suas técnicas fossem objeto de muita meditação e experimentação...”. (p.4)
Um currículo como o citado por Alves implica em destruir o velho para construir o novo. Para isso, é necessário que as pessoas ligadas à Educação sejam transformadas. Como
argumenta Sá (1993), os professores precisam fazer o que fez “Alice no País das
Maravilhas”, quando, ao tomar a poção mágica, tornou-se pequena para poder se relacionar com outras criaturas, a fim de ser entendida e atendida.
Alice, como mostra a autora, ao ficar pequena não perdeu sua identidade e nem os
conhecimentos acumulados. Isso pode acontecer com o professor, mas, conforme Sá, ele
precisa romper com os preconceitos e as ideologias impostas, precisa destruir e (re) construir junto com o outro, pensando, planejando, voltando atrás, falando sobre o que viu e aprendeu.
“... É um caminho em espiral, que avança e retrocede...” (p.17).

fonte: Copyright © 2007, ESAB – Escola Superior Aberta do Brasil 71


Amados,
minhas provas presenciais estão chegando...
Torçam e orem por mim.
Sou uma pessoa ligada à Educação há muito transformada! Já abri janelas, já construí pontes, já criei, já inventei... e o mais importante de tudo: continuo com o  mesmíssimo amor de quando comecei!

Beijos grandes a todos!!

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