nnn

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Série: Natal - Tudo que você queria saber


Parte III

O Anjo do Natal

Na opinião das jornalistas Biba Arruda e MirnaGrzich, vale tudo!!!
Podemos expressar ainda hoje essa união da inocência com o bom senso da maturidade...
Mas qual é mesmo o Anjo do Natal?
É, sem dúvida aquela 'figura gorducha, de longas barbas e cabelos fofos de algodão, bochechas rosadas, olhar bonachão, vestido de vermelho, mangas e golas de arminho branco, botas de sete léguas, cinturão de couro largo, num trenó puxado por renas e trazendo num imenso saco a realização dos nossos sonhos e desejos'...

Vai dizer que não...?
Quando era criança, você possuía uma fé absoluta na existência dele e (rsrs) tinha uma leve e disfarçada desconfiança sobre aquela 'comunicação secreta' que o bom velhinho mantinha com seus pais através de um canal (aberto?) direto com eles... num protótipo nostálgico de internet, talvez...ou, como ainda se dizia há pouco, num processo de pensamentos simbióticos, denominado telepatia...

A verdade é que, ainda hoje, como um anjo, Papai Noel cruza os céus de todos os natais...

A história de sua origem vem do culto a São Nicolau, padroeiro das crianças na Europa, mas isso todos já sabem...
Na Holanda, no século XIX, ele era chamado de Father Christmas Sinter Klaas, e chegava num cavalo branco, descendo pelas chaminés, colocando presentes nos sapatinhos das crianças.

Santa Claus, como é conhecido hoje, nasceu na América, que o adota e muda seus hábitos, alterando a antiga data de 6 para 24 do mesmo mês.
Clemente Clarke Moore, famoso poeta americano, em seu The Night Before Christmas (A Véspera do Natal), em 1832, introduziu o endereço do Papai Noel - o Pólo Norte, e também a invenção de seu trenó e suas famoas renas: Dasher, Dancer, Prancer, Vixen, Comet, Cupid, Dooner, Blitzen e Rudolf, este surgido mais tarde , em 1939, e se tornou o símbolo do movimento gay em Nova Iorque.
No Cristianismo, segundo as autoras, essa figura foi identificada com São Nicolau, e mais tarde o puritanismo que não aceitava santos 'casou' a imagem com a figura pagã, representada com longa barba e coroa de louros na cabeça.

A imagem atual foi desenhada por Thomas Nast para a Harpers Magazine em 1860, e, em 1870, foi para a Inglaterra.

No mundo glogbalizadíssimo em que vivemos, essa figura pacífica e 'bonachona' já foi até questionada por possível corrupção por crianças prematuramente tornadas racionais e adultas pela propaganda. Uma pena!

A magia, com certeza, não precisa de explicação, Biba e Mirna...
Não mesmo.
Postar um comentário