quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Série: Natal - Tudo que você queria saber


Parte IV

A Ceia do Natal - história

Na Idade Média, o Natal era a festa mais alegre e também a mais longa daqueles tempos...

As casas que eram abastadas, serviam cerca de dez diferentes pratos nesta noite especial, segundo Biba e Mirna. Os bons anfitriões ofereciam grande variedade, da qual os convidados degustavam pequenas quantidades em pratos de prata ou servidos dentro de finos pães, como ainda é feito hoje na Arábia.

Contam que “por volta do meio dia, após assistirem à missa comemorativa ao Natal, os convidados do castelo e da corte, em suas mais nobres roupas e penteados, adentravam os salões, lavavam suas mãos com águas perfumadas por flores e frutas. Quando todos se acomodavam, seria iniciado o banquete, com um concerto de trompetes, flautas e tambores anunciando os pratos especiais e tão esperados: gansos, cisnes e pavões, consideradas as aves de ouro, degustadas apenas nessa ocasião, tornando o cardápio do Natal diferente de todas as outras refeições do ano”.

No século XVI, foi importado para a Europa uma exótica e tenra ave: o peru, que causou enorme sensação, pois era, além de tenro, muito suculento...

Nos tempos de Jesus, os pães eram amassados e assados em fornos, fora das casas, num ritual diário da maior importância. Observando a temperatura ideal, a matriarca da família colocava a massa no forno, e fazia pãezinhos chatos, e pode ser que Jesus, ao olhar para Maria, sua mãe, naquele momento, concentrada, comparou o Reino de Deus ao fermento que transforma a farinha em pão macio...

Quando ainda não existiam os talheres, um único prato era dividido por muitas mãos, que eram previamente lavadas e cada pessoa cortava um pedaço desse fino pão e o utilizavam levando a comida à boca. Terminada a refeição, o homem mais velho contava lendas e mitos da sua gente, e cantavam canções, e os jovens tinham ali oportunidades de aprender costumes e tradições de família. Não raro, havia entrenimento e tempo livre, dias inteiros em que os membros da família se juntavam – homens, mulheres e crianças – para a diversão.

Lições aprendidas e ensinadas diante do fogo cozendo uma boa comida... ‘quantos segredos, quantos truques e mistérios, quanto estilo, quanto amor podemos encontrar num simples prato de arroz e feijão!!! A cozinha é o coração da casa, onde se leva a verdadeira essência a todos que lá vivem. A energia amorosa de quem faz a comida é o maior tempero (...)’.

Neste Natal, quero que você tenha um banquete!!!

Não é preciso ser de ganso, cisne, pavão, nem peru...

Faça seu próprio ritual, enfeite sua cozinha, ponha flores, decore e, se gostar de anjos, coloque-os, mas principalmente: PREENCHA-A COM O ESPÍRITO SANTO.

Lembre que ali acontecem milagres...

Faça a sua noite especial com o que você puder e como puder... encha sua casa e seu coração de amor... acenda velas, incenso, coloque boa música, pegue a melhor louça e os mais lindos talheres de que dispuser...

“E QUE TOQUEM AS TROMBETAS, QUE O BANQUETE VAI COMEÇAR!!!”

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Parte V

O Aniversariante

"Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome; e quem crê em mim nunca terá sede." (Jo 6:35)



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