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sábado, 6 de fevereiro de 2010















Trago dentro do peito
Um amor tão bonito
É pleno e incondicional
Que chega a ser inocente
Trago dentro do peito
Um amor ardente
Que queima como o fogo
Que precisa ser vivido
-Já não cabe somente em mim-
Contigo ao meu lado
Trago dentro do peito
Um amor que dói e machuca
Pela tua ausência
E muita vezes indiferença
Trago dentro do peito
Um amor destemido,
Muitas vezes atrevido
Que não teme ser declarado
-Ainda que criticado-
E muitas vezes exagerado
Trago dentro do peito
Um amor que chama pelo teu nome
-Será que escutas-?
Que deseja tão somente ser vivido
Com as asas da liberdade
-Não caberia entre grades
Jamais aprisionado
Mas o teu silêncio
-Temes esse amor?-
Deixa-me triste,
E sem saber para onde ir
Esse amor que trago dentro do peito
-Tão iluminado-
Não pode ser um amor proibido...

Patrícia Montenegro
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